10 de fev. de 2010

A posse de D. Alberto Taveira.

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Está confirmada para o dia 25 de março, às 19h30, na Catedral Metropolitana de Belém, a posse do novo Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa.

Ele será o 10º Arcebispo de Belém.

A foto registra o momento em que Oswaldo Mendes, Filho apresentava o material de divulgação da posse, inclusive o convite,  para o Monsenhor Raimundo Possidônio, que foi Administrador Arquidiocesano de Belém até a indicação do novo Arcebispo.

O material foi criado pela Mendes de forma voluntária.

Presente à reunião, também, Arnaldo Pinheiro, da Diretoria da Festa de Nazaré.

CredMais é mais, muito mais!

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Esse é o novo slogan criado pela Mendes para o cartão CredMais.

A partir de agora, ele será usado sempre que se falar no cartão.

Aliás, o rádio e a televisão deram o start na campanha publicitária de 2010, e já começaram a ser programados.

Vale lembrar que o cartão CredMais atua nos estados do Pará, Maranhão e Amapá, e possui planos de, a médio e longo prazos, passar a atuar no Amazonas e no Rio de Janeiro.

O objetivo do Cliente é torná-lo um cartão nacional.

9 de fev. de 2010

Mais de 3 peças novas a cada dia.

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A campanha de fim de ano do Magazan foi estrelada por uma rena em lugar do velho e cansado Papai Noel. Este comercial foi um dos 100 que a Mendes criou e produziu em 2009.

 

A Mendes criou e produziu, no ano passado, 907 peças publicitárias, desde ventarolas a documentários, de labels para DVD ao clássico tripé da publicidade: anúncios de jornal, comerciais de rádio e de televisão.

Criamos e produzimos 675 peças gráficas de 49 categorias diferentes; 170 comerciais de rádio e televisão; 62 outros itens.

Considerando apenas os dias úteis, menos sábados, domingos e feriados nacionais (só os nacionais), trabalhamos 249 dias em 2009.

Dividindo as 907 peças criadas e produzidas pelos 249 dias de trabalho, o resultado é de mais de 3 peças/dia, o que é muito se levarmos em conta a natureza do nosso trabalho, presidido pela criatividade.

2009 não foi um ano atípico; esse número é muito parecido com o do volume de trabalho dos anos anteriores.

O anúncio-mentira é caso do Procon e de polícia.

Infelizmente, ainda existem anunciantes que, no mesmo anúncio, para o mesmo produto, apresentam duas condições distintas, uma delas no seu texto jurídico, aquele mesmo que, normalmente, é inserido no rodapé do anúncio em corpo 4, difícil de ler, mesmo com lupa.

Não pode! É contra a Lei!

Ou se trata de má informação do anunciante, e aí deveria entrar a assessoria da sua agência de publicidade, se é que ele a tem, ou é mesmo má-fé.

Só para citar um exemplo do que está dito acima, existe concessionária de veículos anunciando, nos principais jornais de Belém, que, no Carnaval, o consumidor é quem sai com o carro na avenida. Só que, no texto jurídico do mesmo anúncio, está dito, claramente, que o estoque dos veículos anunciados está disponível na fábrica, com tempo de entrega aproximado de 60 dias. Quer dizer, pelos dias que restam para o início do Carnaval, ele só não deixou claro que está falando no Carnaval do ano que vem!

Isso não pode. Fere frontalmente o Código de Defesa do Consumidor.

Portanto, todo cuidado é muito pouco. Leia sempre os anúncios de cabo a rabo, e evite ter que passar por uma enorme decepção.

Para o anunciante que assim procede, vai um aviso: o consumidor que se sente lesado, diminuído em sua inteligência, jamais voltará.

Para quem acha que, na propaganda, o grito vende.

irrita - megafone

É impressionante a falsa impressão que têm, muitos anunciantes, principalmente grandes redes varejistas de fora do estado do Pará, de que é com o grito que se atrai o consumidor.

Ledo engano.

O que vende é o bom produto, aliado ao bom e justo preço e às boas condições de pagamento.

E a forma de transmitir isto ao consumidor é o material publicitário de qualidade, compatível com a própria programação exibida pelas emissoras de televisão.

Prevalece, mais uma vez, a máxima de que ninguém assiste à televisão para ver anúncios, mas programas cada vez mais bem produzidos. Por isso, ou as agências produzem comerciais criativos e de qualidade, para competir de igual com esses programas e despertar o desejo dos telespectadores, ou jogarão, pelo ralo, o dinheiro dos seus clientes.

O grito só serve para irritar e distanciar o consumidor do anunciante.

Nunca a tecla “mute” dos controles-remotos foi tantas e mais vezes acionada.

Em outras palavras, o anunciante que adota esta forma de comunicação, de agressão ao consumidor, está jogando dinheiro fora. É hora de ele repensar a sua política de comunicação, ou, então, de trocar de agência de publicidade.

8 de fev. de 2010

Marconi não inventou o rádio!

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Pois é, é isto o que nos conta Tom Cardoso, em artigo na revista IstoÉ Dinheiro, edição de 3 de fevereiro.

Segundo Tom, Padre Landell de Moura, brasileiro, também cientista, foi o primeiro a conseguir a façanha de transmitir o som por meio de ondas eletromagnéticas, ou seja, inventou o rádio, em 1893.

O mais curioso é que Padre Landell foi chamado de louco por setores mais conservadores da Igreja, tendo alguns fiéis destruído seus aparelhos, por entenderem que, através deles, ele se comunicava com o Diabo.

Padre Landell morreu, de tuberculose, aos 67 anos, totalmente ignorado pelos livros de história,e, o que é pior, com a sua invenção assumida pelo cientista italiano Guglielmo Marconi.